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  • POR QUE NÃO TE CALAS, RAUL:.

     

    Cel PAES DE LIRA novembro de 2007

    O Estatuto do Desarmamento foi aprovado em 23/12/2003, pelo pouco democrático modo da votação simbólica de lideranças, quase na noite de Natal, com o Congresso praticamente às moscas. Seus proponentes, para coroá-lo, inseriram-lhe um Referendo, ladinamente idealizado como um “show” político que resultaria na proibição pura e simples do comércio lícito de armas e munição e, portanto, na criminalização absoluta da autodefesa.

  • DEVEMOS LIBERAR AS ARMAS? SIM.

     

    Denis L. Rosenfield: “O direito à autodefesa é pilar de uma sociedade livre e democrática. No Brasil, os bandidos continuam a ter acesso livre às armas de fogo e o cidadão fica à mercê dos criminosos”

    DENIS LERRER ROSENFIELD

    É professor de filosofia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicou os livros: Descartes e as peripécias da razão (1996) e Justiça, democracia e capitalismo (2010), entre outros.

    E-mail: denisrosenfield@terra.com.br

  • DA AQUISIÇÃO DE ARMAS POR CIVIS – DIREITO NEM SEMPRE RESPEITADO PELO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA.

     

    São inúmeras as reclamações que temos recebido de participantes do Pela Legítima Defesa relativas às negativas da Polícia Federal em autorizar a compra de uma arma ou de uma segunda ou terceira até o limite de seis armas ao cidadão que preenche todos os requisitos


  • AS VERDADEIRAS RAZÕES DO DESARMAMENTO.

     

    O extenso estudo do Prof. John R. Lott Jr., publicado em 1999 e baseado em fatos concretos, o qual não deixa dúvidas de que quanto mais armas nas mãos de cidadãos honestos, menos crimes, mais uma vez é confirmado, e agora por uma por uma pesquisa feita pelo governo americano e pelo Instituto Pew Research, conforme demonstra o quadro “Números”, no final, publicado pela Revista Veja, edição 2321 de 15/05, página 44

  • ARMAS DE FOGO NÃO SÃO CAUSA DA VIOLÊNCIA.

     

    Caros amigos, abaixo um artigo em que Salesio Nuhs – Presidente da Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam), demonstra que armas de fogo nas mãos da população não são a causa da violência e que países com políticas de restrição às armas de fogo têm índices de violência maiores do que outros.