Parabéns Luiz Fernando Chiari
Ribeiro pela vitória no debate
No dia 16 de outrubro, o nosso participante , Luiz
Fernando Chiari Ribeiro, de Belo Horizonte, esteve
num debate na TV Rede Minas - canal 20 de Belo Horizonte.
O programa de nome Brasil das Gerais, apresentado
por Roberta Zampetti, com inicio às 20 horas,
teve duração de aproximadamente uma
hora.
Participaram do debate o professor de crimonologia
da Universidade Dom Helder Camara, Dr. Virgilio Motta,
O representante da ONG Visão Mundial, Sr.
Carlos Bonfá, o padre colombiano Leonel Narvaes,
participante da campanha de desarmamento das FARC
, um vendedor chamado Dimas, o professor e proprietario
do Curso de Tiro Majaluwa Sr. Jacy Marinho e o Luiz
Fernando Chiari Ribeiro, da Pela Legitima Defesa.
Logo na abertura a apresentadora Roberta Zampetti
deu a tonica do debate como pro desarmamento concedendo
a palavra ao professor Virgilio que declarou ser
anti armas e falou durante varios minutos sem ser
interrompido.
A seguir o Sr. Carlos Bonfá declarou que sua
instituição a "Visão Mundial" é de
fundo religioso e associada das ONGS "Viva Rio" e "Sou
da Paz". Igualmente fêz longo discurso
contra as armas.
Entre cada depoimento a apresentadora informava o
placar de votação. A primeira parcial
mostrou 61% contra às armas e 39 % pelo não à proibição.
A apresentadora deu a palavra ao padre colombiano
Leonel Narvaes que fez longa e demorada exposição
contra armas. A esta altura o placar subiu para 67%
a favor da proibição. Ainda pautando
pela parcialidade a apresentadora deu a palavra ao
vendedor Dimas que narrou um episodio patetico em
que sua irmã se suicidou com um revolver de
sua propriedade. Neste momento o placar subiu para
72% a favor da proibição.
Após ter priorizado os quatro participantes
anti armas a apresentadora deu a palavra ao professor
de tiro Sr. Jacy Marinho que em breve depoimento
deu enfase à necessidade das pessoas passarem
por intenso treinamento antes de possuir uma arma.
A esta altura o placar registrava 75% a favor da
proibição.
Finalmente teve a oportunidade de falar o sr. Luiz
Fernando Chiari Ribeiro.
Desde o inicio da campanha do desarmamento no governo
Fernando Henrique - disse ele - me envolvi razoavelmente
com o tema por ser comerciante de armas, atirador,
colecionador e caçador.
Iniciou falando que tanto o Estatuto como o referendo
eram dois grandes equivocos.
Que o comercio legal de armas , uma das atividades
mais controladas no Brasil estava sendo colocada
para a população como um trafico descontrolado.
Que o governo estava queimando 570 milhões
de reais para consultar a populaçãpo
sobre a interrupção das atividades
de mais ou menos 300 lojas agonizantes no territorio
nacional. Que após o Estatuto foram vendidas
pouco mais de 1000 armas em todo o o pais , a maioria
para policiais. Que não pretendemos convencer
ninguém a se armar ou andar armado mas que
consideramos a opção da legitima defesa
inalienavel e sagrada como qualquer outro direito.
Que 97% das mortes por armas de fogo estão
diretamente ligadas às atividades criminosas.
Que nos ultimos seis mêses no Brasil morreram
36000 pessoas e que apenas 1330 foram por razões
não ligadas diretamente ao crime.
Que em apenas 14 dias os acidentes automobilisticos
igualaram as mortes por arma de fogo no período
de seis mêses.
A estes argumentos acrescentou ainda que considerar
o cidadão comum incapaz de utilizar corretamente
uma arma é pressupor que toda a população é ignorante
e imbecil. Neste raciocinio não poderiam ser
concedidas carteiras de habilitação
para condução de veiculos e nem mesmo
permitir pessoas utilizarem uma faca na cozinha de
sua casa pois correriam o risco de cortar os proprios
dedos.
Também lembrou das pessoas que reagem com
sucesso a assaltos. Que nossa posição é acima
de tudo a favor da vida. Da nossa vida e de nossas
familias que poderiam ser preservadas pela presença
de uma arma.
O resultado do placar no momento do encerramento
do programa teve uma significativa inversão:
54% NÃO à proibição e
46% pelo sim.
Este relato é feito também com o intuito
de demonstrar que esclarecendo a opinião pública
com argumentos claros e objetivos temos chance de
provar que a farsa do desarmamento não tem
sustentação sólida.