Justificando seu posicionamento contrario ao desarmamento,
o senador Juvêncio César da Fonseca (PDT)
lembrou, em pronunciamento da tribuna do Senado, que
na Austrália a medida, ao invés de trazer
mais segurança à população
civil, fez aumentar em 3,2% o número de homicídios
e em 44% o de assalto à mão armada. Além
disso, para ser efetivado, o projeto consumiu US$ 500
milhões.
“Houve um dramático aumento no número
de invasões a residências e de agressões
a idosos. Os políticos australianos estão
perdidos, sem saber como explicar aos eleitores a deterioração
da segurança pública, após os esforços
e gastos monumentais para livrar das armas a sociedade
australiana. Casa sem arma é a festa do bandido”,
concluiu.
O referendo sobre o uso de arma de fogo
será no
dia 23 de outubro. Todos os eleitores são obrigados
a votar, sob risco de sofrerem multa. O voto no SIM aprova
o desarmamento, enquanto o voto no NÃO permite
que civis continuem portando armas de fogo.